LITERALIXO
   UEBA, MAIS SEMIPLÁGIOS MUSICAIS!!!!!!!!!!!!!


» "Apache", dos Jet Blacks = "You're Probably Wondering Why I'm Here", do doidão Frank Zappa;
» E, por falar nele, sua "Advance Romance" remete à "I Want You (She's so Heavy)", dos Beatles;
» Ainda sobre ele: O maior trash-hit dos 80, a manjadaça "Você não soube me amar", da Blitz, é puro "Brown shoes don't make it", com a diferença de que a música do Zappa tem milhões de variações ultraloucas em seus ultraviajantes 7min30 de duração e essa outra é de uma pobreza e mesmice inacreditáveis;
» "Bodysnatchers", do Radiohead lembra bastante "Frail and Bedazzled", dos meus amados Smashing Pumpkins;
» "You could be happy", do Snow Patrol = "Gling-gló", da Björk;
» Não apenas "I don't like the drugs, but the drugs like me", do Marilyn Manson foi diretamente inspirada por "Fame", do Bowie, como também "Hot hot hot", do Cure;
» Mais um autoplágio bowístico: "DJ" lembra muito "Sorrow", e mais ainda "I Cant' Explain";
» "In My Place", do Coldplay guarda semelhanças com "When the Levee Breaks", do Led Zeppelin;
» "Club Foot", do Kasabian = "A pain that i'm used to", do Depeche Mode;
» "A Time To Be So Small", do Interpol = "Dear Sons And Daughters Of Hungry Ghosts", do Wolf Parade;
» "Forreal", do Okkervil River, tem as mesmas variações que "At Least That's What You Said", do Wilco, pode reparar;
» "Tell Her Tonight" é muuito talkingheadiana, muuuuuuito "Who is it";
» "Kiss them for me", do Siouxsie and the Banshees remete a "The Perfect Girl", do Cure, isso sem mencionar que já foi dito que ela também tem muito de “Groovy Train” do Farm;
» "The Walls Come Trumbling Down" do excelente Style Council, provém de "It's not unusual", do Tom Jones e não é só por causa do ritmo felizão, não;
» "Bleed it out", rapcore dos piores misturado ao electrorock dos bem ruizinhos do Linkin Park remete a "Make me Bad", do Korn;
» Não sei como nunca disse isso, mas a verdade é que a fofa "The Perfect Girl" deve ter originado a resplandecentíssima Friday I'm in Love". E eu me pergunto: Por que eu demorei tanto tempo pra dizer isso, por que?
» Agora, atente para um plágio não tanto de linhas musicais, mas de letras. "Eu vou estar", do malas do Capital Inicial, e até mesmo a fofa "Poprocks and Coke", do Green Day (que consta em outra listinha plagiante gislesca) temmuuuuuito de "The Flame", do Cheap Trick, pode reparar;
» "Anybody wanna take me home" = "Malibu", do Hole;
» Uma fenômeno incrível. Desde os primórdios de sua "carreira" (hihi), Jay Z faz a mesma merda e todos os mentecaptos compram... Seu novo disco, "American Gangster", não poderia ser mais parecido com TODAS as mesmas porcariadas que o pateta metido a gangster já cometeu. Isso facilita muuuuito meu trabalho de vigilante dos plagiadores;
» O vocal do Kaiser Chiefs sempre tentou, sem êxito cantar como Frank Zappa, especialmente nesta chatíssima "The Angry Mob";
» O clipe de "Good Enough", do ultrapretensioso Evanescense, assim como os outros, também é lindo de morrer. De morrer mesmo, e foi baseadíssimo no boníssimo "Demons", da Macy Gray;
» A porcariada "Do it well", novo da imbecilóide-bunduda-que-pensa-que-sabe-cantar (vulgo: Jennifer Lopez), é plágio descaradaço de "I don want to wait" (não tenho certeza se é esse mesmo o título da desgraceira, nem me lembro o nome da cantra que grita essa "música"), tema do abobalhado seriado "Dawson's Creek". E, incrível, a 'versão' da J. Lo consegue ser ainda pior e mais histérica;
» O novo single do Hives Tick Tick Boom é tão igual a nada, tão igual a "Main Offender" e tem clipe arty-explosivo que remete às estranhices de "Do you want to", do FF e de "Closer" do NIN;"

¬ Ah, por falar nisso...

Escrito por Giselíssima às 16h32
[] [envie esta mensagem] []


 
   PLÁGIOS DE VIDEOCLIPES


» "3's & 7's", do Queen of the Stone Age [que tem direção do descoladaço Paul Minor] me deixa confusa. Nem sei o que é melhor neste clipe, se o estilo de filme B ou a música, assustadora de tão fantástica. O único ponto fraco é o 'elenco'. Aquelas modeletes abestalhadas não convencem no papel de garotas más, sem chance. Não fosse isso, o clipe seria perfeitamente perfeito. O melhor de tudo é que remete ao noturníssimo "Attack of the ghost riders", do Ravenettes.
» "Selfish Jean", do Travis, clipe muito bacana com música idem. Plano-sequenciado, mostra um cara vestido com várias camisetas e que vai tirando uma a uma, mostrando assim quase toda a letra da música. Remete ao excelente clipe da excelente "'Goodnight Goodnight", do Hot Hot Heat e ao da chatíssima "D.A.N.C.E.", de um tal Justice (?), que não conheço e não gosto. E todos esses derivam de um só: "Mulher Diaba", clipe ultradescolado do Professor Antena, dirigido por Fábio Mendonça.
» "Fluorescent Adolescent", do Arctic Monkeys, dirigido por Richard Ayoade é quase um "Karma Police" -- ao menos o final. O restante lembra "Another Pearl", de Badly Drawn Boy.
» Panic At The Disco - "But Is Better If You Do": Eta troço ruim! Tentou plagiar o Franz Ferdinand e seu primoroso clipe de "Walk Away" (que rememora o cenas puramente hitchcockianas com primor), tentando, sem êxito, emular o ótimo "De Olhos Bem Fechados", do irrepreensível e imexível Kubrick. O pior é que, além de não chegar nem perto de conseguir, ainda por cima, Shane Drake (cuja mediocridade artística parece estar no mesmo patamar da própria "banda") conseguiu mandar para as cucuias qualquer resquício de bom senso, até porque isso poderia ajudá-lo a fazer um clipe bacana, ah, sim, poderia... E, horror dos horrores, ainda transpôs a nojeira para o nosso mundo insosso, saindo (sem nem mesmo ter entrado) do mundo kubrickiano (misterioso, assustador, estranho) e acabando assim com todas as suas ralas chances de fazer algo que preste a seu simplório propósito. E, pior (ainda mais????), sem querer bancar a puritana, eu desconfio que isso seja só um artifício para colocar em cena uma corja de piranhas seminuas remexendo as ancas na frente de uma pouco inspirada câmera. Isso sem mencionar o mar de meleca que é o escrotíssimo desfecho. Prêmio Framboesa para eles! Até agora fico sem saber que funestice foi aquela, é assustador o quanto são medíocres.
» O clima de pesquisa científica do perfeitíssimo "Little Trouble Girl", parceria do SY com a Kim Deal, remete ao de "Special K", do Placebo. Só que são bem diferentes devido a climão de ação impresso em "Special K".
» "Far cry", novo do Rush, tem a ótima direção de Christopher Mills. Além de talentosos, os músicos continuam chatos como sempre, com a diferença de que agra têm um clipe 'cureoso' como nunca.
» "Heart in a Cage", dos Strokes é muito parecido com o rollingstoniano "Anybody Seen My Baby", tanto no pb quanto na temática (que difere mas, neste caso, parece mais uma semelhança).
» O novo clipe do Udora "Por Que Não Tentar De Novo" é ótimo e caligráfico, me lembrou o clipe de "Anormal" do Pato Fu misturado com o lindíssimo e inesquecível "Rol", do Radar Tantã.
» "Same Mistake", novo do James Blunt e que tem direção forte do ultrafamoso Jonas Akerlund (sim, sim, sim, ele mesmo, Everlasting Gaze, My Favourite Game e por aí vai), é mais um clipezinho que fez escola no jaggerianíssimo "God Gave me Everything";
» O novo do Nine Inch Nails tem várias câmeras de vigilância e um jeitão de "Club foot", do chatola Kasabian [tão chatos e presunçosos quanto os malacafentos do Oasis], Ambos são assustadores, claustrofóbicos, prisionais e soberbos.
» E o Paul McCartney? O primeiro single do novo, "Momy almost full", além de a música ser bem chatinha, se assemelha ao White Stripes também por ser clipe-gêmeo de "Dead lives and the dirt ground", com a diferença que os fantasmas aqui e o ritmo da música é bem felizão.

Escrito por Giselíssima às 16h32
[] [envie esta mensagem] []


 
   PLÁGIOS DE GISDÉIAS

Não, não, não, quem me conhece sabe que não sou de plagiar porcaria nenhuma. Mas, mesmo sem ter porcaria nenhuma publicada, os desgraçados ainda conseguem roubar minhas idéias gisgrotescas. Sim, sim, sim, irei tratar de uma questão seriíssima: o furto de idéias.
Já falei aqui sobre plágios de seriados, de clipes, de músicas, mas ainda não falei sobre plágios de livros. E nem vou falar, mas sim de roubo de idéias. Já aconteceu tantas vezes comigo que eu até já me acostumei, embora não esteja muito acostumada a me acostumar a ser uma injustiçada...
Eu posso garantir que jamais roubei ou tive intenção de roubar quaisquer idéias de ninguém, nem mesmo aquelas que eu deveria ter tido. Vontade não faltou; oportunidade, muito menos, mas eu resisti fielmente! Pena não poder dizer o mesmo de outros seres sem-vergonha por aí. É evidente que já me senti tentada a fazê-lo, mas não o fiz por uma única razão: relutantemente pertenço à classe dos humanos com mania de escrupulosidade. Estar nesse mundo nojoso e ter que "viver" como humano já é uma desgraceira total, imagina bancar um humano com escrúpulos!
Bahh, vamos aos tais plágios.
O gisconto prosopopéico "Morada Capricorniana" estava concorrendo no concurso Guemanisse de Contos e Poesias, mas perdeu, claro. Provavelmente os juízes bobocas pensaram que fosse um plágio do excelente "Gravata", do Caio Fernando Abreu, mas a grande verdade é que eu nem tinha lido o "Ovo Apunhalado" naquela época em que escrevi o meu singelo conto.
E o plot de "O Quarto Verde", drama do Truffaut em que homem passa a cultuar a morte de todos que lhe são queridos? Eu já tinha tido essa idéia antes de ler a sinopse do filme. Essa idéia é minha, assim como aquela que foi usada em um episódio dos Simpsons, sobre cara que está sendo acusado de algum crime hediondo e só uma pessoa acredita na sua inocência, mas ao final, descobre-se que ele é culpado. Eu estava guardando essa para servir de tema ao meu "Pare de Parar", que seria o titulo do troço.
Várias idéias giselísticas já foram utilizadas em episódios de "Seinfeld", minha segunda série predileta em todo o universo [depois de X-Files]. Ah, quer exemplos: no episódio "A Caixa Forte", vemos George tentando romper com uma mulher que não aceita um não como resposta. Ora, essa idéia é puramente giselística, e eu a utilizaria no romance "Adorável Desespero", que já tinha começado a escrever antes de assistir a esse episódio.
O psiquiatra porto-alegrense Guido Rojas, costuma dizer que a psicologia vai terminar na lingüística, porque no fundo todos os problemas psicológicos são devidos a erros na comunicação inter ou intrapessoal. Ora, ora, essa gisteoria vem desde os meus tempos de colegial babaca. Fui eu que a inventei, fui em que a ela dei forma, e ainda assim não posso provar!
Desde que me conheço por gente (maldito dia!), e até antes disso, queria fazer um vídeo com Lego em stop-motion, já tinha até o roteiro. Aí vem o ano 2001, junto com o Michel Gondry e... o irrepreensível clipaço de "Fell in love with a girl",o primeiro de muuuuuuuitos clipes geniais dele. Caí pra trás quando vi! Puxa vida, ele já é tão genialesco, não precisava roubar nada demim... Buáá!
E, por fim, na fantástica série policial "No limite da maldade", teve um episódio sobre um assassino serial piedoso, idéia giselística. Não fosse uma seriado tão bem bolado, com roteiro sempre bem amarrado, personagens bem definidos, atores simpáticos e direção firme, eu estaria resmungando, mas não. Nestecaso, o único, os roteiristas aproveitaram esta gisidéia com muuuuuuuito mais talento do que eu mesma teria feito. Por isso mesmo é que eu estava guardando essa idéia já havia um mau tempo, justamente por não saber como utilizá-la a contento. Sei que, se eu tivesse escrito algo com este mote, teria originado uma bela lixeba.
Por falar em lixeba, "A casa do lago", filme mediano estrelado pela Sandra Bullock, foi descorajosamente surrupiado da mente gislesca. Essa coisa de misturar tempos narrativos, tão perto e tão longe, isso é coisa minha!
Assim como a base de toda a filosofia de Martin Heidegger, que foi plagiada de mim. Mesmo ele tendo vivido quase um século antes desta aspirante à escritora que vos incomoda, isso não o impediu de me imitar.
E em 2000, criei o Distanismo, que prega que a vida é uma preparação para a morte, tal qual um certo filosofo costumava dizer.
E quanto ao filme "Louca obsessão"? Aquela idéia era minha, minha só minha!
O originalíssimo (no meu tempo era) plot do filmaço "Casa Vazia", sobre jovem que invade as casas de pessoas hipócritas (oras, e quais não são) quando eles estão viajando e faz pequenos consertos. Adivinha só quem teve essa idéia?
Eu pretendia enfatizar as cores no meu novo opúsculo, ainda sem título (nos objetos de cena, nas roupas dos personagens, na claridade dos dias), o amarelo em especial, pois ele sempre foi para mim a cor da "náusea" sartriana. Além do que, é também a cor das alucinações que já tive em decorrência da enxaqueca - antes mesmo de saber que este era um dos sintomas. Pois sim, ainda não tinha lido nada de Lygia Fagundes Telles, por pura falta de interesse [desinteresse que persiste em persistir, a constar] e, no entanto, quando o fiz, não pude deixar de observar que ela sempre homenageou em sua obra a minha segunda cor favorita, o verde. Sendo assim, percebi que se eu incluísse tantos objetos amarelos quanto imaginei, pareceria mais um plágio malfeito. Mas, afinal, se eu tirei meu time de campo antes mesmo de começar a partida, quem NÃO plagiou de quem aí?

Escrito por Giselíssima às 16h31
[] [envie esta mensagem] []


 
   LIXOLIVRO ULTRA-RECAUCHUTADO!!!!

Já que ninguém (além do meu fofíssimo Klans, o Thondy, o Special K) leu meu ultra-resplandecente lixolivro ultra-intitulado "Então, Você Finalmente Decidiu Decidir..." e subintitulado "Maravilhosérrimo Manual Semi-Automático, Antipático e Antiprático Giselístico Auto-Ajudativo e Enjoativo em Dez Preciosos, Precisos, Presumidos e Preçosos Capítulos, Para Subserviência Rápida e Efetiva em Momentos Diversos de Sua Patética e Altamente Ridiculosa Vidinha Nojosa", resolvi republicá-lo aqui, para deleite lixonautico geral!!!!!!!!



ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU LER ESSE TRECO PRONTUARÍSTICO...


Através desse livro lixístico você poderá adentrar o maravilhosérrimo mundo auto-ajudativo giselístico. Não dá nem para acreditar, né?!
Finalmente o sonho de toda uma vida patética se torna realidade e a única coisaque temos a dizer é Não acredito!!! Ora, quanta baboseira...
Bom, esse manual irá ajudá-lo de forma prática e efetiva em diversas ocasiões bizarras, corriqueiras e banalíssimas nas quais você possa vir a se meter. E isso é mais do que um excelente motivo para comemorar, pois significa que, a partir de agora você poderá se enfiar em muito mais enrascadas do que algum dia sonhou que pudesse!!!
Comemore, esse é o primeiro dia da sua nova vida!! Sim, uma vida cheia de problemas (assim como tem sido até então), mas em que você não precisará sair correndo deles. Chegou a sua vez de mandar pra p*** que pariu esses obstáculos atazanantes que insistem em aparecer a torto e a direito, sempre nos atropelando os afazeres mais urgentes e importantes a ponto de não conseguirmos passar por essa vidinha nojosa como os vencedores que jamais fomos.
A partir de agora não será mais necessário espernear toda vez que surgir um maldito contratempo na sua frente, a menos, é claro, que você queira. Basta abrir (e ler, essa é a parte mais difícil, mas passa logo) esse fantastiquíssimo manual autodestrutivo e inacreditavelmente auto-auxiliante distribuído em dez textinhos giselísticos, com todo o brilho e a pompa dignos do lixonauta.
Ééé, lembro-me do malditoso tempo em que passava os dias a repetir a mim mesma que, caso eu não fosse boa o suficiente como escritora, despencaria para o lado nojoso da auto-ajuda. Ora, ora, não é que cá estamos...?
Enfim, depreciações decadentistas à parte, faça bom uso deste manualzinho e desfrute de sua vida como se fosse sua única. Ops, a menos que você seja um gato ou acredite em reencarnação, esta já é sua única vida. Até porque, quem precisa de outra, se uma só já é foda de aturar?



Escrito por Giselíssima às 10h51
[] [envie esta mensagem] []


 
   PERGUNTAS MENOS FREQUENTES

De que diabos se trata esse maldito manual, hein?
Trata-se de um livro literalixístico de auto-ajuda com dicas giselísticas de como planejar vinganças e outras coisinhas do gênero e que fogem ao gênero. Tudo isso foi feito pensando exclusivamente em você, desamparado leitor, inacudida leitora, para ajudá-lo nas mais difíceis questões que esta malacafenta vida lhe impõe.
Quê? Tá, mas mesmo que você não queira, ainda assim vou continuar tentando te ajudar. Por
que? Ora, sei lá, é que me bateu uma esquisitíssima vontade de bancar a filantrochata humanotária antropobesta. Não que o próprio ®Literalixo já não seja, por si só, um treco meio antropólatra e auto-ajudativo, mas é que ele não se assumiu como tal. Ainda...


> Eu disse que um dia ainda publicaria um livro de auto-ajuda, não disse?
Disse sim, você que não ouviu. Sempre repetia isso para mim mesma: .Se eu fracassar como escritora séria, não terei alternativa a não ser me rebaixar a ponto de escrever livros de auto-ajuda.. E, agora que cheguei ao fundo da poça de lama, decidi tomar coragem e publicar esse treco, mesmo sem ter desistido de fracassar em outras áreas escritorialísticas. Bom pra você, né?


> Por que a introdução e os dois primeiros capítulos deste lixolivro foram publicados no gislog antes do mesmo ter começado a ser distribuído? Por acaso se trata de alguma estratégia de marketing furada da Michelle Dreakks?
Ora, não é nada disso! É que, por mais que eu tenha tentado, não consegui terminar o lixolivro a tempo para que fosse lançado no aniversário do Literalixo, portanto, resolvi lançar apenas o que já estava escrito e, periodicamente postar os capítulos restantes.


> Por que você vive falando mal de nós, pobres seres humanos inocentes, e nunca larga do nosso pé? Isso não faz o menor sentido, sabia?
Sabia.


> Depois desse lixolivro você pretende lançar alguma coisa aproveitável ou vai só continuar a despontar para o anonimato?
Ora, uma pessoa não pode ter um hobby?


> Agora, a pergunta que há muito já deveria ter calado: Auto-ajuda ajuda?
Ahn... Bem, hmm...



Escrito por Giselíssima às 10h51
[] [envie esta mensagem] []


 
   ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU DEIXAR DE SER VOCÊ MESMO...

Quer dizer então que você finalmente se deu conta de sua personalidade fraca e quer reverter esse lamentável quadro, hein. Ótimo, saiba que o primeiro passo já foi dado, só faltam agora os próximos 17.891 passos.
Bom, ofereço desde já minha gisajuda, afinal, não há no mundo inteiro ninguém mais capacitado para esta missão. Bom, na verdade, há sim, mas essas pessoas estão todas ocupadas demais para pensar em no seu infortúnio, amigo. Felizmente, eu, com meu coração tão grande quanto meu cérebro,
inculquei com esta causa perdida que é você, mala véia, então chega de explicações, antes que eu desista disso.
Baseada em experiência plagiprópria, devo salientar, no entanto, que não será tão difícil quanto você pensa. Nada disso, é beeeeeem mais fácil do que parece.
Oh, céus, como pode ser fácil bancar outro ser, como??? Ó só:
A primeira coisa a se fazer é cortar totalmente os laços familiares e colegaliares que você tão ardorosamente manteve até hoje. Não há como andar para frente (O futuro, o futuro... O horror, o horror!) se você não se desvencilhar do seu maldito e desgramento passado, né, não?
Ora, ora, se é assim, saia da sua casa, mude de cidade ou mesmo de país e recomece uma vida decente longe dessa gentarada absolutabominável que te deixa para baixo!
Não há um mero registro em toda a pavorosa história da humanidade de que alguém já tenha conseguido conquistar algo de bom sendo quem é. Nananina! Quem disse que já conseguiu êxito agindo ao natural, está mentindo.
Não, não, não, não há como isso acontecer, jamais haverá, e não seja presunçoso a ponto de tentar me desdizer! Até porque, fazer isso dá um trabalhão, para não dizer que é humanamente impossível.
Então, convenceu agora?
Então continue a ler.
Já reparou no retrato de parvonáceo que você tem sido? Ora, então está mais do que na hora de fazê-lo, até porque não há outra forma de se livrar de si mesmo se não o fizer. E, acredite ou não, você precisa disso com urgência. E mais: se você leu até aqui, então é tudo isso mesmo.
Além de deixar de ser um perfeito babaca, você poderá tornar-se, quiçá, um protótipo do semi-oposto de perdedor! Mais incrível que isso, só mesmo se você se tornasse um vencedor, fato esse que tem se mostrado uma impossibilíssima impossibilidade. Já pensou poder realizar quase qualquer coisa que queira? Eu não.
A luta está apenas começando, e não terminando, como o mentecapto que você é deve ter julgado. O caminho está lotadaço de espinhos e de um monte de empecilhos da desgrama que vão te deixar espumando de raiva. Mas, agora que você não é mais um perdedor convicto, estou certa de que resolverá isso num instante.
No entanto, se você sempre pertenceu ao grupinho dos semivencedores, talvez seja hora de dar um passo atrás e tomar o lugar que já deveria ser seu no meio dos seus iguais, os imbecis fracassados.



Escrito por Giselíssima às 10h51
[] [envie esta mensagem] []


 
   ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU DEIXAR DE SER ANTI-SOCIAL...

Há um longo caminho a ser percorrido e, sem querer desanimá-lo (mentira, eu quero isso mesmo, tudo de pior pra você, seu troço inxingável!), devo dizer que você não tem a menor chance. Mas, a esperança é uma besta muito perresistente (tradução: persistente e resistente, tá?!), portanto, se você a tem a seu lado, ainda... Ah, pouco importa a minha maldita e não-solicitada opinião, o que importa é que eu vou auxiliá-lo nesta empreitada, como já repeti exaustivamente e como tenho prometido fazer até agora.
A primeira coisa que se tem de ter em mente é que não há problema ou vergonha em ser da família dos bichos-do-mato. Não, isso é puro preconceito desmedido e hipócrita e você, como o mau cidadão que é (os bons cidadãos que se explodam! E já vão tarde!), não deveria apoiar esse tipo de coisa.
Seres anti-sociais não apenas são pessoas como todas as outras, como são infinitamente mais espertos e produtivos que a maioria. Os trouxas que jamais tiveram cacife para integrar a elite dos A.S. inventaram essa babaquice de que ser anti-social denota defeito, e não qualidade, por pura inveja. E idéia sem fundamento, você sabe como é, gruda na cabeça dos Zé-Manés como carrapato nos fofíssimos eqüinos.
De qualquer forma, se você ainda não conseguiu se livrar dessa obsessão por se rebaixar ao nível "deles", saiba que nada tenho com isso, a não ser, é evidente, o fato de que tirei o dia para bancar a filantrochata humanotária antropobesta. Então, chega de papo furado e vamos a mais papo furado, com navalha, a constar.
Se, mesmo concordando que é muuuuuuito melhor viver à mercê dessa sociedade de merda, ainda assim você insistir em deixar de ser um AS (a partir de agora, denominado ÁS), vá em frente, babaca.
O primeiro passo é aprender alguns clichezinhos enchavados, de preferência, os do pior tipo. Sim, para quem aiiiiiiiinda não percebeu, a odiável maioria das pessoas (os trastes socialmente aceitos) dispara centenas de milhares dessas pérolas grotescas na nossa cara a toda maldita hora, sem aviso prévio ou consideração, o que é muito pior.
Sendo assim, você deve fazer exatamente a mesma coisa: disparar a dizer estas irritantíssimas frases feitas.
Quer exemplos? Pois eu não sei de nenhum, contente-se em receber conselhos pela metade ou vá rastejar em outro lugar!
O que eu quero dizer é: o melhor jeito de encontrar os tais exemplos é sair por aí e simplesmente observar. Fácil, não é? Bom, alguma coisa tinha de ser, e nada é mais fácil do que imitar os outros. Sim, é isso o que você precisará fazer para alcançar o topo da montanha da aceitação (glup!).
Veja por exemplo, o caso da maioria (ai, ai...) dos adolescentes. Eles sempre parecem querer ser diferentes, mas acabam imitando-se um aos outros.* Pois sim, faça isso você também e obterá os resultados que almeja.
Bom, foi solicitado que o lixonauta que quisesse exemplos de clichês saísse e observasse. Bom, a parte de observação é moleza, difícil é sair... Se para você isso não é um problema, então está lendo o texto errado. Mas, ao contrário, se sair de casa é para você uma tortura, saia mesmo assim.
Que foi? Continuar a se esconder não vai acrescentar créditos a sua popularidade atualmente zerada, portanto, cai fora.


* Disse isso baseada na citação brilhantesca de Quentin Crisp: "Os jovens sempre tiveram um problema: Como se enquadrar e se rebelar ao mesmo tempo? Agora parecem tê-lo resolvido: desafiando os pais e copiando-se uns aos outros".



Escrito por Giselíssima às 10h51
[] [envie esta mensagem] []


 
   ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU FUGIR DE CASA...

Utilizando-me, como é costume, apenas de minha superbem desenvolvida empatia, farei o que estiver ao meu curto alcance para assisti-lo nessa empreitada. Vamos lá.
O melhor a fazer é ser rápido. Sim, a situação é complicada (afinal, se não fosse, não precisaria da minha ajuda não-requisitada) e em casos complicados é preferível ser frio para ser efetivo. Além do que, desgarrar-se de seu acre lar é, em muitos casos, uma passagem de ida sem volta. Temos que puxar o band-aid do abandono das origens de uma só vez, sem muitas firulas.
Nada de gastar dias inteiros se despedindo de cada objeto inanimado por demais denso para ser levado, não. Não se deve cometer esse tipo de escorregadela, ou como preferir, insanidade. O recomendável é se desapegar por completo de tudo e de todos, afinal, você precisa fazer isso se quiser sobreviver nesse mundo cruel e aterrorizante aí fora, que espera impacientemente para te dar o bote.
Antes de qualquer decisão apressada, pense, pense e pense (acredite, pensar não dói tanto quanto dizem) infinitas vezes sobre a questão: "Oh, Deus! É isso mesmo o que quero fazer?" Ou ainda: "Maldição! Isso realmente é necessário?".
Em caso de resposta verdadeira e afirmativa, ótimo, continue lendo. Eu sei que pode parecer uma etapa supérflua, mas ela, além de ser a mais básica é também a mais importante de todas. Lembre-se daquele velho, verdadeiro e por isso odiável ditado: "Uma grande e excruciante caminhada começa com um maldito passo". E digo muito mais: é preferível que esse passo inicial seja um passo largo e enérgico. Sem isso, não se chegará nem mesmo até a calçada, e logicamente não me refiro à calçada da fama, pois, para chegar lá, basta dormir com o produtor certo - e não com todos os que encontrar pela frente, como algumas costumam afirmar.
Como tenho profunda ciência de que o desapego material é tão imaginável quanto um ladrão honesto, uma dica da minha caixinha de dicas valiosas: faça um esforço puramente humano (afinal, esses seres humanos já nascem com o dom da mentira embutido neles) e minta para si mesmo. Prometa que voltará logo que puder para apanhar esses objetos tão dolorosamente insubstituíveis, provavelmente isso o confortará. Pelo menos até conseguir bater as asas e levantar vôo.
Levar ou não levar? Eis a maldita questão. A regra para responder a isso é a mesma da dos rodízios de pizza: pague o valor estipulado e coma tudo o que puder. Bem, a menos que você homeristicamente encare isso como um desafio pessoal, não tem muita chance de se sair bem. Lembre-se de que se você não pode carregar, não pode utilizar, até porque vai cair tudo por aí, formando um balburdístico e denunciante rastro de uma fuga imperfeita.
Ih, acho que me excedi no falatório de besteiradas. O mais irônico de tudo é que sempre soube que esse dia chegaria, mas custava a acreditar. Até porque há uma certa dificuldade em acreditar no que eu digo, até mesmo para mim. E olha que eu sou eu...
Bom, passemos agora das besteiras à resolução desta abstrusa questão. Leve apenas o essencial do essencial, o básico do básico, os cacarecos que você considera o supra-sumo do supra-sumo. As coisas sem as quais a vida perderia o brilho, seus objetos inanimados inseparáveis, aqueles que você não trocaria por porcaria nenhuma nesse mundo nojento, aqueles que...
Aquelas coisas lá, aquelas que você sabe melhor do que ninguém quais são. Sabe, não? Bom, se não sabe, eu direi. Se você já viajou ao menos uma vez nessa sua medíocre vida deve saber muito bem como arrumar uma mala. A menos que a mamãezinha tenha feito a malinha do bebezinho... Desculpa, não quis ser insensível, muito menos idiota. Idiota, talvez. Reconheço que num passado por demais longínquo para ser lembrado ocorreram alguns episódios de idiotice, mas Garabet Ibraileanu (1871-1936), falecido escritor, tem uma citação que atirou em minha defesa: "Uma pessoa tola não diz coisas inteligentes, mas uma pessoa inteligente diz muitas asneiras".
De qualquer forma, um legítimo espécime de filhinho da mamãe não ousaria fugir de casa, até porque isso só o prejudicaria.
Bom, como ia embromando, (sou boa nisso, não sou?) leve apenas o necessário, como as roupas que você mais usa e não aquelas que você diz que vai usar quando finalmente conseguir perder uns três quilinhos. Com toda essa força de vontade é pouco provável que vá precisar delas.
Leve também alguns calçados, afinal, tem muita pedra por aí, cacos de vidro e tudo mais. Não vai querer cortar os lindos pezinhos, não é? Enfim, leve somente o que poderá carregar sem machucar as costas. Se puder descolar uma mala com rodízios, não hesite em fazê-lo, é claro.
A próxima etapa é, na verdade, a segunda. Você deve executá-la antes de arrumar as malas. Ora, que diabo de etapa é essa? Bem, ela consiste unicamente em arranjar um lugar para se abrigar da chuva, do frio e, principalmente, da lista dos desabrigados.
Se não tiver um destino, isso estragará todo o até então bem bolado plano. No entanto, se tiver amigos poderá dar a eles a felicidade de desfrutar de sua maravilhosa companhia por uns tempos. Mas, tenha em mente que, cedo ou tarde precisará de um lugar roubado para chamar de seu.
Ah, vamos pular essa parte. É basicamente insolúvel, terá que pensar nisso sem meu auxílio, desculpe.
Outra providência a ser tomada sem demora é pensar seriamente sobre o futuro, se é que haverá um. Bom, não se assuste se ficar com medo (!), é o tipo de reação completamente normal que se espera de um ser humano pateticamente normal, como você. Ora, bolas! Que me atire o primeiro notebook com 1 GB de memo quem nunca se sentiu amedrontado diante do desconhecido.
Passadas essas etapas, o resto é moleza, basta manter as tralhas em ordem (ou em desordem, como preferir) e você se sairá bem. Isso se não voltar rastejando para a casa da mamãe.



Escrito por Giselíssima às 10h51
[] [envie esta mensagem] []


 
   ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU DEIXAR DE SER SEDENTÁRIO...

Bom, muito bom! E tenho duas notícias para você: uma muito, muito boa e outra meio ruinzinha. A decisão é o passo mais importante, mas não o mais difícil e esta é a má notícia. A excelente notícia é que eu vou ajudá-lo nesta jornada contra as gordurinhas mal-localizadas.
Pronto? Estando ou não, lá vamos nós. Há centenas de coisas tão básicas quanto chatas que você, sendo o asno ignorante que eu sei que é, ainda não sabe sobre dieta e atividades físicas. Por isso, continue lendo mesmo que esteja morrendo de raiva.
"Por que diabos eu estaria enraivecido, oh Deus?" Ora, porque isso faria um bem danado para a sua magreza, rechonchudo leitor, volumosa leitora.
Raiva e exercícios físicos têm tudo a ver. É sim, eu arriscaria dizer que um não é absolutamente nada sem o outro.
"Oh, God, como assim??? Me elucide, please!"
Não é exatamente para esse tipo de coisa que estou aqui, mas vou explicar-lhe mesmo assim. Bom, após dezenas de árduos anos de estudos que pareciam não ter fim, de pesquisas que eu não sabia se me seriam úteis e de muitas e muitas guloseimas catastroficamente calóricas, cheguei finalmente a uma conclusão um tanto inconclusiva: a raiva é um fator básico para _ _ _ _ _.
Argh! Parecia um verdadeiro complete a frase com as palavras que não se encontram na caixa... Aí comecei a pensar, pensar, pensar e, mesmo estando ainda muito confusa, e cansada, e chateada, e com sono, e com um enxaqueca da desgrama, tinha uma certeza: a de que pensar ajuda a queimar calorias. Por isso continuei empenhada em pensar e, como toda hora aparecia algum infeliz para me importunar, percebi que isso me deixava com uma enorme vontade de socar alguém. Como isso se mostrou uma impossibilidade, fiquei com a maior raiva do mundo, sentia como se minhas todas as minhas veias fossem saltar da minha testa e como se eu tivesse mais força do que realmente tenho.
Então, num momento de alta mas não rara inspiração, corri para meu canto recôndito e comecei a fazer abdominais. Foi aí que a luz se fez! E finalmente percebi que fazer exercícios quando se está com muita raiva é muito mais fácil e menos pedante do que quando somos um poço temporário de serenidade.
Sim, eu tinha descoberto a cura para a preguiça exerciçóida!!!!! E, esperta como sou, dotada de um QI assustadoramente superior ao da maioria dos babacas, e até ao da minoria, sabia do poder que isso me infligia, então resolvi registrar esse segredo, quiçá, para a posteridade, já que no momento atual parece-me que nenhuma alma viva poderia valorizá-lo a contento.
Resumindo, a raiva, o ódio, a cólera, a fúria, a ira, enfim, todos os derivados da odiosidade nos impulsionam a emagrecer. É ou não é sensacional? Mas é claro que sim, ora! E é claro também que essa não é a única coisa que você tem que aprender.
Há outros fatores além da raiva que facilitam o exercício do exercício (tsk!) e um desses é a trilha sonora. Ora, a música é importantíssima não só porque nos mostra caminhos luminosos para importunar os vizinhos, mas também porque pode nos instigar a nos exercitar.
E, se existe uma música perfeita para fazer exercícios e eu digo que existe, então essa música só pode ser "Outtaside", do Wilco. Ou qualquer outra upíssima, desde bandas como o Cure até Okkervil River.
E se você ainda é adepto da errônea idéia que outro estilo musicalístico diferente da megaultrapassada Dance Music é totalmente desapropriado para pôr as gordurinhas no devido lugar, saiba que você não passa de um reservatório do mais puro engano enclichezado!
Não é preciso aturar esse tipo de lixo audístico pra se exercitar, não. Basta você colocar no "repeat" alguma única supermúsica e mandar ver na academia ou na sua sala de ginástica particular e esnobe!!!
E, quando e se enjoar, pode compilar umas belezinhas power popísticas ou mesmo bem corta-pulsos, dependendo do estado atual do seu fígado, e não terá mais desculpa para manter esses pneus horrorosos que eu to enxergando daqui mesmo.


> Texto gentilmente cedido por Mastergis Trainner, sua nova personal trainner predileta, êêê!!!!!!!



Escrito por Giselíssima às 10h50
[] [envie esta mensagem] []


 
   ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU BANCAR O PSICOPATA HOMICIDA...

Já era tempo... Bom, se está mesmo decidido a fazer isso, vá em frente. Não serei a intrometida que estragará seus planos, não mesmo. No aguardo de uma recompensa, em pessoa eu (se é que posso ser considerada uma pessoa, hê, hê.) o auxiliarei por entre esse longo caminho sem volta.
Como? Ora, com minhas diquíssimas falivelmente infalíveis. Duvida? Pois então não espere e verá.
Por onde podemos começar? Bem, evidentemente pelo final. Caso não saiba, queridíssimo leitor, prezadíssima leitora, é que euzinha aqui sou do tempo em que matadores de aluguel surgiam às pencas, como grandes jacas nas árvores frutíferas, o que automaticamente inseria esta distinta profissão no rol das mais difundidas.
Ah, bons tempos aqueles, dos quais não me restou nem mesmo saudade... Bom, como ia dizendo, ou não ia, sei lá, até os maiores assassinos já se sentiram completamente impotentes diante da complicadíssima questão que nunca deixou de persegui-los onde quer que fossem: Que diabos fazer com o corpo?
Bem, como já foi dito, a questão não é das mais fáceis e exatamente por isso é preciso resolvê-la antes de partir para a segunda etapa sobre a qual muito em breve discutiremos.
Se você não faz idéia de como se livrar do presunto (sim, porque apagar o ser vivente é fácil; difícil mesmo é manter as aparências), saiba que eu faço. Os mais inexperientes diriam plausíveis jocosidades como, por exemplo, "ah, joga o morto num terreno baldio ou numa caçamba de lixo" ou "põe num saco plástico e ’homem ao maaarrrr’"...
Tsc, patetices à parte, voltemos à questão: que diabos estou fazendo? Sim, antes de qualquer ato palhacento, você precisará se fazer esta pergunta. "Oh, céus, é isso mesmo o que almejo???". Se a resposta for sim, faça o que manda seu ridículo coração. Em caso de um ’não’, jogue este lixolivro emaginário na fogueira mais próxima. Bem, quanto ao corpo, basta esquartejá-lo e acoplar ao cimento da sua calçada.
Resolvido isso, basta partir para a segunda parte mais importante do nosso plano (sim, faço questão de compartilhar os créditos), a arma do crime. Sim, ela tem que ser mais do que apenas bem escolhida, tem que ser efetiva. Se bem que uma arma bem escolhida é sempre efetiva, já que a morte também é.
Tanto faz que ferramentas você vai usar, todas as alternativas possíveis estarão certas se você se empenhar. Desde um revólver, venenos letais, até os objetos mais inusitados como canetas e peças de Lego. Use a criatividade que você não tem. Se quiser levar isso profissionalmente, saiba que precisará fazer mais do que apenas matar uns idiotas, precisará deixar a sua marca registrada. Infelizmente, antes de fazer isso, você precisa criar uma.
Charles Manson não ficou famoso à toa, ele se empenhou em ser o melhor - se bem que o doutor Morte matou muuuuuito mais gente que ele.
Invente símbolos, disponha os corpos das vítimas de formas interessantes, enfim, coloque a sua imaginação para funcionar, não a minha - até porque ela está se esgotando...
Não, não me contradigo quando afirmo que a escolha da arma não é tão importante, mesmo que algumas linhas acima eu tenha dito o oposto. O que quero dizer é que, para cada trabalho há uma ferramenta que é mais adequada.
Sim, mas se você é um iniciante (não tente negar, sei que é novo no negócio, nem sabia por onde terminar), recomendo-lhe que use algum tipo de veneno, de preferência os mais rápidos e efetivos, como os cianetos ou mesmo o veneno do baiacu, que é mil vezes mais potente e letUAU.
Escolhida a maneira de fazer seu serviço, um último aviso: dispa-se de todo o pesar, culpa, arrependimento, náusea ou seja lá o que costuma acometê-lo após um ato vil e antiético como esse. Sim, a culpa é cruel, muito cruel e tão forte que vai te derrubar num segundo. E, convenhamos, viver um segundo após o desfalecimento de sua vítima pega muito mal para alguém que pretende seguir nessa profissão. Nada de chororô pós-morte, pois como diria o dr. Nick, "o que está morto, está morto", hehe...
Enfim, se o arrependimento o abater, lembre-se de que foi tudo culpa sua, pois devia ter pensado nisso antes, meu chapa.



Escrito por Giselíssima às 10h50
[] [envie esta mensagem] []


 
   ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU FORJAR SUA PRÓPRIA MORTE...

Ora, ora, que beleza! É isso aí, decisão tomada, tá na hora de mandar bala, mas no sentido figurado, claro, senão você morre de verdade e não poderá forjar porra nenhuma.
Há raras oportunidades em nossas medíocres vidas em que temos a chance de mudar tudo e recomeçarmos, e quando algo assim acontece, não podemos simplesmente ignorar. A hora de mudar é essa, então dê adeusinho ao bestalhão de antigamente, pois você terá a chance de tornar-se o bestalhão do futuro!
Oh, yeah, mas e quanto às duvidas, dúvidas???? Ora, passa uma rasteira nelas usando as gisdiquinhas em forma de perguntas lixonáuticas e respostas giselísticas.


Pergunta Lixonáutica: Por que eu quereria e /ou precisaria forjar a morte do ser humano mais perfeito deste mundo, hein?
Resposta Giselística: Porque você está exausto de ser um perfeito palhaço, não?


P.L.: O que eu ganho com isso?
R.G.: Uma vida novinha em folha, camaradinha. Só isso. Ah, e também o fato de que você vai (ao menos terá a chance de) deixar de ser o perdedor que sempre foi.


P.L.: Como??? C-O-M-OOOOOOO????
R.G.: É fácil, basta... Hmm, na verdade, não é tão fácil assim, mas também não é tão difícil. A palavra chave é: atitude. Sem ela, você vai continuar justamente onde está, isso se tiver sorte.


P.L.: Novamente: COMOOOOOOO?????????
R.G.: Já falei, com atitude. Ah, esqueci que você não sabe o que é isso, portanto, explica-lo-ei. Ter atitude significa fazer algo com estilo, um só seu, só que... Droga, esqueci que isso é impossível para alguém como você, mas ainda assim vou falar. Tudo o que você precisa para executar o plano é facilmente encontrável dentro de seu armário. A menos que, é claro, seu armário esteja tão bagunçado que lhe exija certo grau de coragem e estímulo para abri-lo. Não sendo este o caso, siga para o segundo passo.


P.L.: Preciso mesmo perguntar qual o maldito segundo passo?
R.G.: Sim, precisa.


P.L.: Ora, então responda logo, merda!
R.G.: Para o desenvolvimento do nosso queridoso plano, você vai precisar de: tinta vermelha (pode ser vermelho-cereja, vermelho-morango ou qualquer outra derivação do vermelho. Se tiver vermelho-sangue, melhor); muita saliva própria (tem uma boa explicação para isso).


P.L.: Não vai explicar como se faz, p***?
R.G.: Claro que vou, desgrama. Para quem não percebeu, a tinta é para ser usada como sangue falso, e você não a usará em caso de envenenamento ou quaisquer outras causas de morte que não necessitem de sangue. Neste caso, aí sim você precisará de bolhas de sabão para simular a babação, já que pessoas envenenadas geralmente morrem babando, especialmente aquelas apressadas, preguiçosas e/ou desorganizadas que deixam de fazer uma lista dos "50 Melhores Venenos Para Uso Próprio". Não se sabe ao certo, mas provavelmente isso se dá porque estas pessoas visualizam a morte (afinal, tão perto...) e a veneram, daí a baba.


P.L.: É só isso? Tem certeza de que não se esqueceu de nada?
R.G.: Não. E daí?


P.L.: Isso não ajudou muito... E é muito clichezenta essa dica de morte. E foi copiada de um filme muito ruinzin...
R.G.: ...



Escrito por Giselíssima às 10h49
[] [envie esta mensagem] []


 
   ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU SE VINGAR DAQUELES DESGRAÇADOS NOJOSOS...

Num passado distante te fizeram de palhaço? Aproveitaram-se de sua decência e covardemente te golpearam? Confundiram você com um fracassado, duvidando de seus dotes intelectuais? Ora, então não há muito que pensar, é hora da vingança, amigo.
Em primeiro lugar, esqueça essa história de que guardar rancor é coisa de gente rancorosa. Bom, de certa forma, é verdade, mas ainda assim é furada. É apenas uma coisa patética da enorme lista de coisas patéticas que certos humanóides ainda mais patéticos inventaram para tentar reprimi-lo. Querem que você seja suficientemente idiota para acreditar nisso, mas eu lhe imploro: não seja, pois já existe gente suficientemente idiota por aí, e mais um seria inaceitável. Quero que saiba que acredito no seu bom senso, mesmo que nem você acredite.
Outra coisa que quero também deixar claro é que ser rancoroso só é prejudicial àqueles que sofrerão as conseqüências por seus desprezíveis atos e não a quem os cometerá, pois este certamente se regozijará como nunca.
Para seu próprio bem, desprenda-se também dessa idéia de que vinganças são possíveis só em filmes-testosterona tão comerciais quanto horrorosos. Planejar uma boa vingança é como escrever um livro: só precisa de uns poucos litros de qualquer coisa levemente entorpecente e certo período de tempo para se dedicar às devidas providências.
Pense bem, o que seria dos filmes de ação se não existissem os personagens vingativos? Hein? Toda ação começa com uma vingança e toda vingança começa com uma ação. Sendo assim, só temos uma coisa a fazer: uma lista negra.
Claro que você pode pular essa etapa se 1-tiver uma boa memória ou 2-tiver poucos inimigos. Do contrário, pegue um bloco de anotações preto-carvão e uma caneta vermelho-sangue.
Não, melhor ainda, esqueça a caneta e pegue uma navalha. Faça um inofensivo corte no seu dedinho indicador e escreva com seu próprio sangue. Mas, se não for besta nem masoquista...
Ah, droga, pega logo uma caneta! Pronto, agora escreve.
Puxe pela memória, desde sua tenríssima infância até seus atuais dias de velhaco acabado e faça um doloroso replay. Lembre-se de toda a dor e humilhação, da perda, do sofrimento desenfreado a que injusta e desumanamente você foi submetido e procure os supostos culpados. Agora, utilize todos os seus dotes literários e escreva os nomes desses salafrários, desses desgraçados, dessas bestas-quadradas sadistas e então, torne-se uma delas.
Os dotes literários são para que você redija umas boas vinganças, agridoces como bombons com fel e superestilosas como eu. Porque, se não for assim, eu não brinco mais! Mas, o que importa mesmo é não deixar ninguém de fora da sua cotadíssima lista.
Feito isso, basta partir para a fase dois: planejar as vinganças. Sempre que algum zé-ruela me atazana, imagino uma cena que me faz gargalhar sozinha: visualizo a mim mesma enfiando uma lança no estomago do ser nojoso em questão. É uma diliça!
Mas, diferentemente desta abestalhada que vos literalixifica, você não deve se contentar com tão pouco, queridérrimo lixonauta. Nada disso, pense alto, mande seus pensamentos demoníacos às profundezas do inferno para buscar uma vingança que se preze. Senão, de que adiantará fazer a maldita lista negra? Perda de tempo e de ódio, amiguinho. E pior: sua vingancinha ficará incompletinha e não podemos deixar que isso aconteça, jamaizinho!
Bom, já que é assim, não economize tempo em planejar, pois uma vingança bem feita jamais é desfeita! E também não é feita às pressas. Matute com cuidado e faça tudo direitinho.
Eu até poderia exemplificar aqui algumas vinganças, mas infelizmente essa é uma arte que não mais está ao meu malogrado alcance. Se bem que isso não importa, pois se você não conseguir planejar nada a altura, isso nos levará a uma só verdade: a de que você não teria cacife mesmo para colocá-la em prática...



Escrito por Giselíssima às 10h49
[] [envie esta mensagem] []


 
   ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU BANCAR O ESCRITOR...

Meus parabéns! É preciso muita coragem para assumir publicamente esse tipo de perversão. Já disse certa vez André Gide, um escritor das antigas, "Se um jovem escritor conseguir abster-se de escrever, não deve hesitar em fazer isso".
Devo dizer que, mesmo não tendo a astúcia de fazer isso, discordo dele. Pôxa, escrever é legal. Andar de um lado para o outro com a mente em turbilhão é legal. Passar a vida toda se culpando por não ter cursado Administração (Nãããoooo!!!!!) é legal.
Mas, quem diabos lamentaria ter sido esperto a ponto de se livrar de uma vida sem graça num trabalho supermegafuzz pedante que mais se assemelha a uma prisão? Uma pessoa assim não é nada legal, é ilegal.
Como estava dizendo, escritores são legais e, se você precisa de uma prova disso, não a terá em mim, afinal, não sou escritora, muito menos sou legal. Mas, se é isso mesmo o que você supõe ter certeza de que quer, então está mais do que na hora de aprender umas coisinhas. A última delas é o segredo do sucesso e não vou ensiná-la.
Bem, bem, bem, lá vamos nós. Há várias etapinhas bestas, mas vamos pular algumas, pois a maioria delas é completamente irrelevante como, por exemplo, aquela sobre ter de escrever bem.
Mire-se no meu exemplo, repare só no jeito jocoso como eu escrevo, veja que, redigindo, eu pareço mais um rato tentando sair de um labirinto do que uma escritora de verdade. Veja só a enorme quantidade de adjetivos supérfluos que insisto em utilizar naquilo que denomino textos. Veja como, quando a coisa fica preta, eu prontamente retiro minhas mãozitas de cena e saio correndo. Olha, olha só como eu sempre digo que vou auxiliar o lixonauta em seus planos patéticos e, quando chega a um ponto crucial, em que eu não sei o que fazer, sempre desconverso. Olhe como sempre repito a palavra "maldito" e seus malditos derivados antes de quaisquer outras malditas palavras.
Repare na patetice que é este blog lixoso. E, mesmo sendo tão estupidamente besta, veja só o sucesso que faço. Não tá vendo? Olha lá no marcador de visitas. Viu? Ó só quanto lixonauta já visitou este gislog em dois malditos anos de existência.
Embasbacado? E é para ficar mesmo, ora bolas! Embasbacado e inspirado, e por que não?!
Bom, a próxima etapa consiste em dedicar-se integralmente a esta profissãozinha ingrata que é a de escritor. Escrever é uma tarefa árdua, solitária e nada tem a ver com essa merda de inspiração. Se você pretende esperar algum bom santo baixar para te ajudar a escrever, bahh, pode esperar esparrachado no chão e ainda assim irá se cansar.
Inspiração nada mais é do que um mito dos bons e seria realmente bom se ela existisse. O que chamam inspiração é apenas disposição e disponibilidade por parte do ser escrevedor, nada mais.
Próxima lição: Não importa sobre o que se escreve, mas como se escreve. Sim, como já foi gismencionado, o estilo é que vale, portanto, antes de qualquer outra coisa, arranje um. Feito isso, escreva sobre qualquer assuntinho de merda que você queira, até mesmo sobre você mesmo, tfu...
Ah, saiba também que até mesmo o jeito como você senta na cadeira influencia. Duvida? Por que você sempre faz isso, hein? Sempre duvidando de mim, vou chorar... Não, não vou, pois meu estoque de lágrimas tá desfalcado, sniff...
Que????? Tá sentindo pena de mim? Ora, então aprendeu a lição direitinho, pois é isso mesmo o que você tem que fazer nos seus textos: passar da galhofa ao desespero. Tal qual um bom ator, um bom escritor também tem que ser versátil, ir para lá e para cá naturalmente, sem sustos e de forma efetiva. Se obtiver êxito, terá o mundo em suas malditas mãos loguinho... Ou ao menos 10%...
Bem, como ia dizendo antes de ser interrompida por mim mesma, a "sentação" (sem duplo sentido) é um fator essencial para o redigimento de um texto, mesmo de um lixotexto.
Por que? Ora, porque se você não parar de resmungar como um velhote da sua dor na coluna, não vai conseguir escrever nada aproveitável. A não ser que seja um texto reclamativo sobre dor nas costas.
Outra liçãozinha: sempre que puder, e até mesmo, quando não puder, desvie do assunto. Sim, como acha que vai preencher centenas de páginas sobre um só assunto se não aprender a encher lingüiça???? Ninguém aqui é milagreiro, não.
Foi sugerido também que se desenvolva um estilo próprio, mas oh, céus, como fazer isso, como? Uma dica fácil para descolar um estilo genérico sem precisar copiar o de ninguém é inventar palavras. E quanto mais estúpidas, melhor servirão ao propósito em questão. Sim, se todas as palavras úteis e bonitas já foram inventadas, invente agora as grotescas...
Locus amoenus. Sim, consiga um lugarzin agradavelzin para que você possa criar seus escritin. Se for preciso, roube o quarto do pateta do seu irmão. Ué, é preferível ele desabrigado ou você em crise artística? Além do mais, é só para isso mesmo que esses trastes servem, então deixe que o trocinho seja útil ao menos uma vez na vida, pombas!
Sempre comece seus textos com frases de efeito e os intitule da forma mais chamativa possível, tal qual o faz a maioria dos jornalistas "sérios". Sim, quem disse que o título tem de ser a síntese do texto está enganado e ainda por cima não vai com a minha cara, pois discorda de mim... E tenho dito!
Algo que não foi dito é que o jeito certo de sentar-se para escrever é... do jeito que você quiser, oras. Sim, como se sentir mais confortável, permaneça. Se minha memória fraca não me trai, Nietszche, nosso ó mais sábio, escrevia de pé.
Pronto, isso é tudo o que você tem que saber para ser igualzinho a mim, afinal, todo homem nasce original e morre plágio.



Escrito por Giselíssima às 10h49
[] [envie esta mensagem] []


 
   ENTÃO, VOCÊ FINALMENTE DECIDIU SER COOL...

Não há a mais remota possibilidade de algo parecido com isso acontecer a você, desista.
Sim, sim, sim eu diria exatamente isso se eu fosse sincera, mas hoje resolvi não ser. Até porque isso não seria considerado lá muito ajudativo, e como este livro lixístico foi criado com essa intenção, lá vai.
Agora você não mais precisará esbravejar toda vez que não encontrar seu nomezinho nas listas dos mais cool do ano, nem invejar os patetas que constam nela, muito menos amaldiçoar os infelizes que fazem essas listas. Nada disso, seus dias de glória chegarão, bastando para isso confiar nos ultrapoderosos poderes da Gizona aqui.
O primeiro passo a ser dado é adquirir os acessórios certos. Quais? Sei lá, mas isso não é problema, pois quando você for cool, saberá a resposta.
O mesmo vale para todas as outras perguntas bestas que você venha a fazer, até porque se continuar a me pedir conselhos antes de tomar qualquer decisão, nunca atingirá a tão sonhada coolzice, sua marionete ambulante!



Escrito por Giselíssima às 10h48
[] [envie esta mensagem] []


 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]  
 
 



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Informática e Internet, Saúde e beleza, Veganismo


HISTÓRICO



    OUTROS SITES
     Roteiros Cinematograficosérrimos
     Rock Brasília
     Sociedade Vegetariana Brasileira
     Vegetarianismo
     Frente Brasileira para Abolição da Vivissecção
     Objetivo 2015
     Ceticismo Aberto
     Diário Ateísta
     Taedium Vitae
     Bíblia do Cético
     e-farsas
     Sétimo Projetor
     Cinema Cultura
     My 1000 Movies
     SpringNightFieldCrawler
     Brazil Series
     Movimento Cinema Livre
     Des-oriente
     Mídia@Mais
     Mídia Sem Máscara
     Cinema Italiano
     Quero Ser John Malkovich
     Psicoo
     SuperS
     Toque Musical (Discos raros)
     Boca Aberta (Curiosidades)
     Site de Curiosidades
     Cataclismo cerebral
     O mestre da Lixoteratura
     As melhores e piores listas do mundo
     Magrelus
     Você Sabia?
     Roteiros de seriados
     desfavor
     Alcoopop
     Bookess


    VOTAÇÃO
     Dê uma nota para meu blog!